I Want You So Bad - Capítulo 16




- Cupcake ou banana? – Harry perguntou.
         - Eu prefiro cupcakes. – Taylor sorriu.
         - Não vou dizer que prefiro banana, pois pode sair estranho.
         Taylor riu.
         - E... sentado ou em pé?
         Harry sorriu malicioso.
         - Depende a posição que me der mais prazer.
         Taylor revirou os olhos, risonha.
         - Eu deveria ter pensado numa pergunta melhor.
         - Não tenho culpa – Harry defendeu-se divertidamente. – Minha mente é uma máquina de malícias.
         Taylor concordou.
         O local estava completamente lotado. Quem diria.
         Pessoas indo ou vindo, outras se despedindo ou se revendo. Magros, gordos, altos, baixos; pessoas de vários portes. Feições tristes, semblantes risonhos.
         O famoso Aeroporto.
         Aquele não era exatamente o dia da partida, mas apesar de sentir falta de alguns familiares os quem não encontrara nessa pequena féria que tirou, Taylor decidiu que era o certo adiantar a data. Após também muitos boatos de que o casal Haylor reatou. Achou que era a melhor decisão, assim como Harry.
         Mas apenas aproveitaram aqueles cinco pequenos dias como bons amigos. De verdade. Saíram e riram juntos, nada de mais.
         Taylor realmente pensou que podia ter uma chance dela ter um cara fixo em sua vida, e pensou que poderia ser ele. Mas viu que ele não olhava para ela admiradamente como antes.
         Em momentos de devaneios – enquanto ao seu lado, Harry oscilava o olhar em cada canto do lugar – , a loura abaixava a cabeça e ruborizava ao se lembrar de momentos passados com o rapaz das deficiências na musculatura das bochechas – as famosas covinhas, de modo resumido. Um pensamento bobo e logo espantado quando a primeira chamada para o voo o qual ela esperava foi anunciado.
         Ela suspirou. Quando abriu a boca para dizer algo, Harry a interrompeu.
         - Pode parecer estranho, mas vamos nos ver mais vezes. – O tom de voz dele soava como um conforto.
         - Não é isso. Tenho que agradecer muito a você. Confesso que... minha ignorância me deixa um tanto solitária.
         Harry franziu os olhos e pendeu a cabeça para o lado, mostrando-se confuso.
         - É que você foi o único com quem eu passei nesses últimos dias. E pela ignorância que eu tive com seus amigos no passado, eu apenas fui revidada.
         Harry assentiu compreensível.
         - Então tchau. – Taylor sorriu honestamente.
         - Tchau. – Harry beijou a testa dela. – E não deixe de manter contato.
         Taylor riu e assentiu.
         - Ah, e como todo bom adeus, tem que haver o conselho – Taylor disse, andando lentamente de costas. – Harry! – elevou um pouco o tom de voz, por estar minimamente longe dele. – Deixe de namorar apenas loiras!
         Harry riu e assentiu.
         - E você, deixe de escrever canções sobre seus exs!
         - Vou tentar – Taylor disse e finalmente deu as costas para andar normalmente.



A  D



         Verginia acabava de sair do banheiro, e, ao sentir um pequeno choque em suas coxas e barriga, ela suga o ar entre os dentes, curvando-se com uma mão ligeiramente encostando a barriga.
         Quando se sentiu mais confortável, caminhou lerdamente até a cama.
         Ela era coberta apenas por roupas íntimas. Acabou por descobrir com o Doutor – o qual conseguiu ver os cortes da garota quando tirou o caco de vidro de sua perna e também sua calça – que, enquanto os cortes não cicatrizavam, ela não poderá usar roupas colantes ao corpo. Frustrante.
         Mas desde que chegara do Hospital para casa daquele dia, não saíra do quarto. Sua mãe, ou seu pai, levava suas refeições para ela numa bandeja. Nesses momentos, ela escondia o corpo automutilado com um lençol.
         Aquele Doutor, Eve e Carly eram os únicos a saberem de seus cortes.
         Não queria que ninguém mais soubesse.
         Em sua coxa havia um perfeito curativo, substituindo o enorme e grosso vidro que ali estava encravado dias atrás.
         Mas a dor ainda era insuportável.



A  D


        
         - Princesaaa – Zayn cantarolou de modo gritante no jardim da frente da casa de Rana, olhando diretamente para a sacada do quarto dela. – Desce aqui, princesa!
         - Zayn? – A morena surgiu na sacada, incrédula.
         - Eu mesmo.
         - O que faz aqui, e como sabe onde eu moro?
         - Vamos fazer alguma coisa. – Zayn ignorou as perguntas. – Não nos vemos há dias.
         - E isso é extraordinário – Rana disse.
         - Desce aqui, gatinha. Podemos ir a minha casa, tomar um banho de piscina, quem sabe o beijo de baixo d’água não role novamente. – Zayn gargalhou.    
         - Que beijo, seu maluco? – Rana olhou para as casas vizinhas, ruborizada.
         - Certo, ela não se lembra, Zayn – o moreno rugiu para si mesmo. – Abre a porta para mim? – voltou a gritar para ela.
         - Não! – Rana gritou e entrou no quarto.
         - Ah, qual é, Rana? – Zayn reclamou, abrindo os braços em direção ao lugar onde antes ela se encontrava.
         - Sai daqui! – Rana gritou de dentro do quarto, e segundos depois Zayn avistou uma almofada voar para cima dele, fazendo-o cambalear para trás e segurá-la antes que caísse no chão.
         - Não vai vir, não? – ele insistiu.
- Vai embora!
- Não até eu ver ser belo rosto de novo.
- Saaai!
Zayn riu.
- Desce, princesa!
- Não!
- OK! Estava tentando ser educado e entrar apenas com a sua autorização, mas como você não quer cooperar, eu mesmo entro.
- Eu te mato! – ela continuava gritando.
- Não sou vampiro mesmo – ele murmurou.
Aquela frase murmurada o lembrou de um dia um tanto saliente para ele e tal parceira – que no momento estava inconsciente desse dia. Inconsequentemente soltou um suspiro.



A  D



Louis tinha em mãos uma bandeja que acabava de tirar do frigorífico, com uns docinhos redondos, marrons, e ah, claro, eram brigadeiros.
Finalmente, após dias errando os ingredientes, apenas sujando cada canto da cozinha, conseguira preparar os doces de seu gosto. Pelo menos do gosto de seus olhos. Esperava apenas para prová-los, imaginando o sabor cremoso se misturando com sua saliva, enquanto pousava a bandeja na bancada.
Como estava extremamente maluco, literamente, para provar seus docinhos, pegou um e enfiou boca adentro sem hesitar.
Enquanto saboreava o doce, sacudia a cabeça ligeiramente, aprovando minimamente o sabor.
Mas pensou. O sabor não era o mesmo do doce de Rachel. O que ela fez apenas para ela.
De cenho franzido, caminhou até o quarto onde a garota estava e entrou rapidamente, deixando Rachel atenciosa a ele.
- Hm, já vi que conseguiu preparar o brigadeiro. – Rachel deu um sorriso fraco.
- Sim.
Louis esperou para terminar de comer o doce completamente, e continuou:
- Mas está num dos melhores gostos.
- E...?
- O seu era melhor!
- Agradeço o elogio.
- Não! Eu percebi naquele dia, que o doce que você fez para você era diferente do gosto do que você fez para mim. E com esse que eu fiz acontece o mesmo. São gostos diferentes.
- Fiquei um pouco confusa com essas palavras, mas acho que sei. Oh, idiota – Rachel elevou o tom da voz – , o brigadeiro que eu fiz para mim continha mais droga do que chocolate!
Louis soltou um longo gemido compreensível, seguido de outro sarcástico de Rachel.
- Nunca pensei que diria isso, mas eu quero aquilo de novo – Louis admitiu.
- O quê, não! – Rachel gritou, horrorizada.
- Por favor!
- Não, sem essa! Sabia que droga vicia?
- E eu já estou viciado por ela.
- Não!
- Você tem aí?
- Louis, eu não vou deixar você chegar nem perto de uma heroína novamente – Rachel disse lentamente.
- Eu imploro.
- Chega, Louis.
- Por favor!
Rachel soltou um grito gutural, aborrecida, e empurrou Louis para fora do quarto.
Ele ficou encarando a porta que fora fechada fortemente a sua frente. De um segundo ao outro, arregalou os olhos, pensando no que dissera segundos atrás.
No que estava pensando? Nunca ousaria chegar perto numa droga, como pôde pensar em provar dela novamente?
Por um momento sentiu-se confuso. Queria mais, mas não podia.
Querer, poder – Sua mente dava voltas.



A  D



Rana olhava para o jardim abaixo dela, na sacada, apoiada no corrimão do guarda-corpo.
Ela procurava por alguém, mas quando percebeu que esse alguém havia ido embora e desistido de perturbá-la soltou um suspiro alegre.
Mas a alegria durou por pouco tempo quando se virou para voltar ao quarto e deparou-se com ele a sua frente, acabou batendo com o mesmo, recuando em seguida.
- Achou mesmo que eu teria desistido fácil? – Zayn perguntou cínico.
- C-como... ?
Rana foi interrompida pelos lábios macios de Zayn tocando os seus fervorosamente, fazendo-a cerrar os olhos de imediato. Ela o deixou explorar toda sua boca com a língua suave e ágil. Não sabia por que, mas simplesmente se deixou levar por Zayn, apenas apreciando ao beijo.
Ainda a beijando, Zayn segurou as coxas dela e a puxou para seu colo. Ela serpenteou as pernas em sua cintura e os braços em seu pescoço, enquanto ele a levava para dentro do quarto e fechava a porta com o pé, criando um enorme estrondo ao fazê-la bater. Prevenindo-se de olhares curiosos, ele não deixou de fechar a cortina persiana, um tanto atrapalhado.
Caminhou com Rana em seu colo até uma cômoda e derrubou todos os objetos que estava ali em cima.
- Eu vou fazer você se lembrar de mim – ele sussurrou dentre os lábios de Rana, sentando-a em cima da cômoda.
Rana franziu o cenho em excitação e satisfação quando Zayn mordeu seu lábio inferior, sugando-o. Quando ela retirou seus braços do pescoço de Zayn e se apoiou com eles sobre a cômoda, o moreno se afastou minimamente dela e tocou-lhe o short. Ela rapidamente parou de beijá-lo e abriu metade dos olhos preguiçosamente, mas seus rostos continuavam a alguns poucos centímetros de distância.
- O que vai fazer? – ela perguntou ofegante num tom confuso.
- Te enlouquecer – ele respondeu também ofegante, mordendo-lhe o queixo em seguida, o que a fez pender a cabeça para trás, deixando a mostra seu pescoço e dando a Zayn a oportunidade de descer os beijos por ele, até chegar aos seios.
Ele lentamente desabotoava os shorts dela, e quando terminou puxou ele para fora das pernas, deixando a mostra sua peça íntima de renda. Rana ruborizou violentamente enquanto Zayn encarava sua intimidade ainda coberta, então ele logo voltou a encarar-lhe o rosto e envolver seus lábios em outro beijo robusto. Inconsequentemente, ele se agachou e deu um rápido beijinho no meio da intimidade de Rana, ainda coberto pela peça íntima.
Ela estremeceu com o toque dos lábios dele naquela região.
Zayn levantou e voltou a beijá-la, levando a mão ao interior da coxa dela, que gemeu entre o beijo, deixando Zayn mais excitado que antes já estivera. Ele enganchou o dedo indicador no pano de renda da calcinha e puxou para o lado, deixando exposta a intimidade já molhada e pegajosa dela.
O moreno acariciou o clitóris de Rana, que soltou um som gutural, mostrando-se extasiada. Ela gritava, e ele gemia excitado no pé da orelha dela, uma vez ou outra distribuindo beijos na cartilagem.
Os dois dedos que revezavam em acariciar e pressionar, fazendo movimentos circulares ao clitóris, Zayn desceu e os enfiou sem hesitar na entrada de Rana, o que a fez gritar mais alto, de repente lembrando o nome do cara e gritando o mesmo, o que era estranho, pois há segundos atrás não se lembrava.
A velocidade dos dedos de Zayn era extremamente rápida, fazia Rana gemer o mais alto impossível, e fazia sua garganta reclamar de dor.
Ao perceber que estava quase atingindo o limite da garota, Zayn agachou-se novamente e, com a ajuda da outra mão, rasgou a calcinha.
- Ah, isso é sério? – Rana perguntou, realmente irritada.
Zayn ignorou-a e terminou o trabalho. Ele rastejou vagarosa e torturadamente sua língua apenas uma vez por todo o meio da intimidade úmida a sua frente. Num ato frenesi, Rana bateu com total força na cômoda, ao lado de seu corpo, escancarando a boca, sem omitir qualquer som por ela. Zayn passou a sugar o clitóris dela, parecendo um tanto obcecado pelo mesmo, enquanto voltava a enfiar dois dedos na vagina, e deixava sua outra mão caminhar livremente pelo corpo de Rana.
Vendo que Rana estava quase chegando ao ápice novamente, Zayn se ergueu, e beijou o pescoço de Rana, deixando-se apenas penetrando-a com os dedos.
Mas antes de Rana atingir o clímax, os dois começaram uma espécie de conversa por gemidos. Rana gemia, Zayn gemia de volta – com um leve tom interrogativo.
Rana não pôde conter o gemido forte, contido por aquele pequeno tempo, que era substituído por um ofego violento, quase a fazendo engasgar, e finalmente deixou-se chegar ao seu ápice.
Zayn chegou a pensar que tinha gozado em suas próprias calças, mas viu que era apenas impressão. Porém, com um pequeno debate mental, chegou a uma conclusão de que os gemidos contidos de Rana o enlouqueceram, e isso o deixava na mesma situação de Rana.
Ela acariciou os cabelos de Zayn, como se aquilo fosse algum tipo de agradecimento indireto, o que realmente não era. Rana voltou a ter um enorme ego sobrecarregado, ao contrário do superego que ela, na verdade, parecia não ter nem o mínimo do que o ser humano tem direito de ter.
- Por favor, diga que se lembrou de mim – Zayn pediu, ofegante, enquanto encarava o chão.
Rana piscou, ainda num processo de recuperação de seu autocontrole.
- Não – ela respondeu. Sua voz duramente rouca.
Zayn arfou, ainda mais cabisbaixo que antes estivera.
Ele passou a se sentir como um idiota. Pensou que foi total estupidez o pensamento de que ele podia simplesmente fazê-la chegar a um orgasmo que ela rapidamente iria se lembrar dele. Com a expressão decepcionada, ele se afastou dela, deixando-a ali naquele estado, caminhando até a porta do quarto, pronto para deixá-la de vez ali.
- Ei! – Rana chamou-o num tom indignado.
Zayn parou seus movimentos e virou-se para ela, com desprezo expressado em seu rosto.
- Que é? – ele perguntou, veemente.
- O que você quer de mim afinal? – ela perguntou com o tom de voz elevado, pulando de cima da cômoda e vestindo o short que estava jogado no chão. – Você me perturba por dias, querendo que eu me lembre de algo impossível de entrar na minha cabeça, depois aparece na minha casa, enfia esses dedos nojentos em mim, pergunta se eu me lembrei de você, e vai embora?
- Eu tenho motivo para ir embora – Zayn defendeu-se.
- Diga, menino gibi. – Rana cruzou os braços desafiadoramente, com a voz um tanto carregada de sarcasmo. – Diga para mim o motivo de querer ir embora depois daquilo. Diga o que tanto te perturba.
- O motivo? O motivo é porque você não lembra a merda do tempo em que passamos juntos! O que me perturba? Pode se lembrar pelo menos da minha última resposta? Bem, se você lembra, já tem as duas perguntas respondidas.
- A culpa não é minha! – Rana gritou, revoltada.
- Você me ignora! – Zayn julgou, irritado. – Você nem quer se dar ao trabalho de se lembrar de mim, de se lembrar dos rapazes, de quem você se tornou!
- Desculpa, mas bater a cabeça e perder a memória não foi minha intenção – Rana confessou em tom quase que inaudível para Zayn, agora parecendo atingido por suas palavras. – Desculpa se eu quis mesmo me esquecer de você, me esquecer dos rapazes. – Rana adotou uma expressão irônica. – Me esqueço de mais algo? Ah sim! Me esquecer de quem eu me tornei. Eu. Sinto. Muito. – Ela sorriu com desprezo.
Subitamente, Zayn sentiu nojo de si mesmo. Como pôde julgar a garota quem ele presumiu conquistar seja o que for, quando o único injusto era ele, que não via nem por um momento o lado dela. Apenas o dele.
- Sai – Rana ordenou amarga e lentamente.
Zayn engoliu em seco, abominando a ideia de deixá-la, em sua mente.
Vendo que Zayn nem se movera, Rana levantou os braços, ameaçando empurrá-lo, nem que seja até fora da casa, mas Zayn prendeu os mesmos no ar antes mesmo que pudessem encostar seu peitoral. Ela arregalou os olhos, momentaneamente espantada.
- Você gostou? – ele perguntou sonoramente.
Novamente espantada, agora com a pergunta feita a ela, Rana paralisou, impossibilitada de responder.
Sabendo exatamente sobre o que Zayn acabara de perguntar, Rana preparou-se para responder, mas apenas abriu e fechou a boca diversas vezes, ainda indecisa sobre sua resposta.
Estaria encrencada se respondesse a verdade, pois era ela quem comprometia Rana.
- Não – ela finalmente respondeu, tão rápido que foi quase impossível ela mesma entender o que saíra de sua boca.
Zayn ergueu uma sobrancelha, duvidoso. Ele ainda segurava os braços dela, e deslizando-os pelos mesmos, chegou até os cotovelos, puxando-a para si. Rana não hesitou, estranhamente, ficara apenas analisando o peitoral de Zayn, confusa com o que ele poderia estar pensando em fazer com ela dessa vez.
- E se eu fizesse isso? – Zayn perguntou antes de beijar o pescoço dela languidamente, fazendo-a soltar um suspiro tão forte, que foi capaz de bater no peitoral de Zayn e arrepiá-lo, mas ele manteve o mínimo de sua sanidade.
Zayn caminhou com seus lábios e língua pelo pescoço de Rana, chegando à mandíbula e mordendo-a. Zayn aconchegou seus braços por dentro da blusa de Rana, rodeando seus braços na cintura e fincando suas unhas supercurtas na pele dela.
Quando ele beijou lenta e provocativamente o canto dos lábios de Rana, e pendeu a cabeça para trás, cansada daquele jogo, e decidiu beijar os lábios dele, mas não obteve sucesso. O momento que Zayn tanto queria alcançar finalmente chegou, então ele logo tratou de deslizar suas mãos pelos braços de Rana até chegarem as mãos dela, e jogá-las para baixo, largando-as, afastando-se bruscamente em seguida.
- Decida-se! – ele rosnou com toda a força que tinha num tom completamente rude antes de deixar Rana novamente paralisada no quarto, e bater a porta fortemente.
Entendendo aquele conselho bruto, Rana parou para pensar sobre si mesma. Afinal, gostou ou não gostou?
Não era dúvida que a resposta era ‘sim, ela gostou’. Mas não podia admitir.
E o ego voltou.

Hello pretty girlz!
Bem, eu devo muitas desculpas pela demora. E eu odeio demoras! Mas também odeio que me apressem, masok!
O problema é que eu estou muito ocupada. Para vocês verem como eu sou uma pessoa sem tempo, eu digo para vocês que escrevo uma página por dia - às vezes nem isso - , aí vocês acreditam?
Está realmente muito difícil. Gente, eu faltei aula pra conseguir escrever um pouco mais. E eu detesto faltar aula!
Enfim, me desculpem pela demora. Já sabem que de agora em diante eu vou demorar mais um pouco, OK. Mas não se preocupem; não vou abandoná-las.
Eu adoraria pôr o papo em dia, mas acontece que não dá. Espero que tenham gostado do capítulo (se não gostaram, também não tem problema).
Malikisses!!

Comunicativo: vou mudar o endereço do Blog para ourkryptonites.blogspot.com.br no dia 30 de março.

I Want You So Bad - Capítulo 15


         - Fala aí, Jus! – Niall cumprimentou o colega que acabara de lhe abrir a porta, parecendo surpreso.
         - Niall! – Justin sorriu, abrindo passagem para o loiro adentrar a suíte. – Quanto tempo, amigão.
         - Pois é.
         Niall esperou o amigo fechar a porta e se virar para ele para caírem num abraço másculo.
         - Como conseguiu me encontrar? – Justin perguntou assim que se separaram.
         - Tive meus contatos. – Niall sorriu, sacana.
         - Admito que estive precisando de uma companhia Inglesa nessas últimas horas. Você é perfeito. Acho que agora vou me divertir por aqui.
         - E eu não tenho dúvidas. – Niall assentiu sugestivamente.



A  D


        
         A campainha soava de modo frenético enquanto Verginia tentava frustradamente se levantar de sua cama. A faixa em uma de suas coxas ajudava um pouco em não deixá-la andar, acompanhada pelas cicatrizes dolorosas de seus cortes profundos causados pelas unhas.
         Tudo o que ela fazia ao descer degrau por degrau era gemer de modo cantarolado. Instintivamente, parecia um zumbi.
         - Ah, são vocês – Verginia resmungou ao encontrar as duas conhecidas a sua frente.
         - Podemos entrar? – a mais velha perguntou.
         Verginia franziu os olhos, decisiva. Assentiu.
         - Obrigada – Eve agradeceu e adentrou a casa acompanhada por Carly.
         Verginia não pôde deixar de encarar as malas de rodinhas e de mãos que levavam consigo. Lembrou do dia do acidente, o qual supostamente as duas estariam “fugindo”, segundo Harry. Mas Verginia entendeu tudo como apenas uma “volta para casa”, já que acabou descobrindo por meio de Carly que moravam em Hammersmith. Ao lembrar do que a garotinha lhe havia dito aquilo no carro, ao caminho do Hospital naquela noite, lembrou também que aquela fora as últimas palavras ditas pela garota diretamente para Verginia. Fora, também, a última conversa que tiveram, a última vez que se viram.
         E agora estavam ali, frente a frente novamente.
         - O que querem? – Verginia perguntou, lerda.       
         - Meu Deus, então você se corta – Eve comentou horrorizada.
         Verginia agarrou rapidamente numa almofada do sofá e tapou os cortes com ela.
         - Não desvie do assunto. Quero saber o que vieram fazer aqui. E com essas malas. Ainda não voltaram para a casa de vocês?
         - Carly não quer.   –   Eve suspirou.   –   Ela ligou,  suspeitosamente,  para Dona Miranda e...   pediu... para ficarmos mais uns dias.
         - O que houve com você, Carly? – Verginia perguntou, baixando o olhar para a pequenininha.
         Carly estava com o semblante tristonho,   e isso era estranho de se ver nela.   A mais nova puxou o sobretudo da mais velha, dando sinal para a mesma pegá-la ao colo, e assim o fez.
         - Ela está um pouco mal, ninguém sabe o motivo. – O tom de voz de Eve era demasiado cauteloso, calmo.
         - Ainda não entendi o que fazem aqui.
         - Viemos pedir um favor.
         - Peçam.
         - Como eu disse antes, Carly ligou, ainda não sei como, para Dona Miranda, e...
         - Espera, espera – Verginia interrompeu. – Ainda quero saber quem é essa Miranda.
         - Dona Miranda é a Coordenadora do Orfanato, uma grande amiga para nós duas.
         - Vocês vivem num Orfanato? – Verginia praticamente sussurrou. Sua voz embriagada e seu semblante solidário.
         Eve encarou o chão e inspirou o ar duramente.
         - Você não sabe de tudo, não é?
         Verginia meneou a cabeça, um pouco confusa.
         - E você quer saber? – Eve continuava com o tom baixo, mas disse rápido dessa vez, mordendo o lábio inferior em seguida.
         Verginia encarou o lado de fora através da janela, pensativa.   O silêncio era constrangedor,   mas era abafado pelo seu pensamente.
         O que deixava essas garotas assim tão misteriosas? O que faziam em Londres, ainda mais em sua casa naquele momento? Antes visse Eve como uma ameaça, mas não podia discordar que agora a tratava, camufladamente, com pena. Eve percebia isso, e era disso que queria tratar, entre outras coisas.
         - Quero. – A voz de Verginia saíra falha.
         Eve assentiu, imprimindo os lábios enquanto devolvia Carly ao chão.
         - Carly não pode ficar aqui.
         Verginia assentiu, estendendo sua mão para a nova e levando-a dali.



A  D



         - Aí, você sabia que umas amigas minhas sofreram um acidente por culpa sua? – Niall comentou num tom ameaçador e brincalhão, com a boca entupida de biscoito, enquanto surgia no quarto, onde Justin estava esparramado na cama.
         - Sério? – Justin levantou inclinou a cabeça para melhor visualizar Niall, interessado.
         - Uhum.   –   Niall assentiu,   encarando o pote de biscoitos que estava preso entre um braço.   –   Elas estavam a caminho do Hotel para conhecerem você. Daí aconteceu.
         - O que aconteceu?
         - Um acidente – Niall disse num tom óbvio.
         - Eu sei, porra! Como foi?
         - Hm. O carro capotou.
         - Que merda, hein! Você as conhece?
         - Disse que são minhas amigas, claro que as conheço. – Niall mordiscou um biscoito. – E você também deve conhecê-las, não duvido.
         - Conheço?
         - Bem, não pessoalmente como eu, mas deve sim.
         - Elas são aquela girlband?
         - Bem, apenas duas. A terceira é a Manager.
         Justin franziu os olhos, pensativo. Levantou num pulo da cama e esticou os braços, expirando um  ahhh pela boca, sempre sendo acompanhado pelo olhar curioso de Niall.
         - Me leva pra conhecê-las? – Justin perguntou subitamente.
         - Bem, acho que posso sim – Niall disse, duvidoso. – Disfarce?
         - É. – Justin pensou. – Se veste de Marilyn Monroe e eu me visto de Capitão América, valeu?
         - Haha – Niall riu sarcasticamente. – Viado!
         Justin riu.



A  D



         - Au! – Louis resmungou ao bater sua cabeça no batente da porta do quarto de hóspedes, chamado atenção da Rachel.
         Ela riu.      
         - Você é um bobo.
         - Normalmente as pessoas gostam desse meu lado.   –   A voz de Louis saia arrastada,   completamente fraca.
         - É, mas agora você não está tentando parecer um. Você é realmente um bobo.
         - Acho que você não é a Rachel Rocky que eu conheci há uns meses atrás.   Se lembra do London Eye? Hospital. Você arranhou o braço do meu melhor amigo Harry.
         - Haha! Por que não pareço a Rocky que você conheceu no London Eye?
         - Você normalmente me chamaria de canalha, puto, imbecil... Tudo, menos bobo. – Louis expressou uma careta.
         - Ah, tá – Rachel murmurou. – Quer que eu te chame agora? Canalha, puto, imbecil, é só pedir que eu paro, otário...
         Louis riu.
         - Tá, agora vaza! – Rachel ordenou. – Quero dormir.
         - A essa hora?
         - Sim, a essa hora. Sai, sai! – Ela empurrou Louis para fora do quarto e fechou a porta.



A  D



         - Então, pode começar – Verginia disse, sentando-se ao lado de Eve no sofá.
         Ela havia deixado Carly em seu quarto, brincando com seus ursinhos de pelúcias que estavam guardados há um bom tempo.
         Agora podiam conversar em paz.
         - Bem...   –   Eve começou, mas parou um segundo para pensar, inconsequentemente formando um triângulo com as mãos. – Carly é... órfã, como você aparentemente descobriu. Com um ano e meio após Carly nascer, seu pai morreu num acidente de trem. Ele ia visitar algum parente, e deixou a mãe cuidando dela. Ao saber da notícia, a mãe dela, Bo, ficou muito triste. Ela cuidou de Carly por uns dias, mas após outros, ela deixou ela no orfanato. Não foi nenhuma deixa dramática, se pensa assim. Aconteceu que Bo, que tinha apenas 19 anos, na época, conheceu a Dona Miranda e deixou ela lá. Carly, claro, chorou horrores.
         - Espera. Você não é irmã da Carly?
         - Não. Nem mesmo sou órfã.
         - Hã?- Verginia ficou estática.
         - Eu sou uma das ajudantes do orfanato. Comecei com isso há uns meses atrás. – Eve sorriu. – Quando conheci Carly, fiquei encantada pelo jeito dela, como ela parece uma criança mais velha do que ela realmente é. – Ela riu. – Ela me trata como irmã, praticamente como mãe. E eu adoro... Enfim... Uns dias depois, os avós maternos foram ao orfanato, procurar pela neta. Eles deram a notícia de que Bo havia se jogado na frente de um trem, alegando que sua alma estaria junto do homem da sua vida. – Ela fez uma careta. – O orfanato ofereceu um acordo em dar a neta para eles, mas a avó negou, dizendo que seu marido era doente, e poderia fazer a criança sofrer. Não sentiu tanto remorso, pois não teve muitas chances de conhecer a neta. Bo era muito distante de sua família. Apenas conheceram Carly uns minutinhos e foram embora, nunca mais voltaram. E ali ficou Carly, sem família alguma. Metade desse caso caiu num jornal da cidade. – Suspirou. – A Dona Miranda nos deixou vir para Londres há um tempo, conhecer a cidade. Carly gostou tanto daqui e das pessoas daqui, uma em especial, e ela não quer voltar de jeito nenhum. Bem, esse é um dos motivos de estarmos na sua casa, agora. Ela quer passar um tempo com você.
         Não podia ser. Nunca pensara que Carly pudesse ter passado por aquilo.
Por um momento Verginia parou e pensou no caso de ambas. Pareciam iguais. Uma perdeu a família biológica – pois tinha um mar de pessoas que podia considerar sua família – , e outra não poderia nunca construir a sua. Seja biológica ou não. Realmente não pensava na ideia de se casar com o homem da sua vida e adotar uma criança. Seria constrangedor, para ela.
Voltando para o momento, Verginia começou a pensar na parte da frase a qual Eve disse que Carly gostou de uma pessoa em especial. Será que a garotinha gostara tanto assim dela? Verginia sorriu fracamente com o pensamento. Era ela a pessoa especial?
         - Q-quem é a pessoa em especial? – Verginia alargou o sorriso, confiante.
         Eve ergueu uma sobrancelha.
         - Eu não sei. – Ela suspirou. – Podemos ficar por um tempo? Prometo que será mínimo.
         - Acho que meus pais não se importam. Sim. E podem ficar o tempo que quiserem.
         Eve suspirou sorridente.
         A campainha soou, fazendo Verginia saltar num pulo e correr de volta para seu quarto.
         - Atende para mim, por favor? – ela pediu para Eve, a subir as escadas.
         Eve levantou do sofá e caminhou até a porta, abrindo-a em seguida.   Deparou-se com uma loira de vestido branco, não muito desconhecido, e um rapaz vestido de Capitão América. Podia dizer que aquele rapaz tentou se vestir do personagem, mas ele apenas vestia uma camisa com o símbolo dele. E para piorar a “fantasia”, ele usava óculos escuros enormes – os dois usavam – , e seu cabelo estava penteado todo para trás.
         Já a loira, parecia um homem. Seu cabelo estava emaranhado, como se tentasse pentear de um jeito e não tivesse conseguido, e o vestido parecia-lhe muito largo. Ela – ou ele – não tinha curvas femininas.
         - Olá? – Eve cumprimentou.
         - Verginia está? – a mulher que parecia um rapaz perguntou.
         - Ela está ocupada. Podem esperar um pouquinho?
         - Claro, claro – os dois responderam em uníssono.
         Passou pela mente de Eve convidá-los a esperar dentro de casa, mas passou, também, pela mente de Eve que eles eram tão estranhos que poderiam ser Mafiosos que queriam sequestrar garotas para vender, prostituir ou coisas dos gêneros...
         Achou-se uma louca, mas o pensamento era tentador.
         - Quem é? – Verginia perguntou ao descer as escadas.
         Ela vestia um vestido florido, que particularmente não gostava muito, por ser um tanto infantil   –   e teve problemas com infantilidades desde uns últimos momentos – , mas precisava de vesti-lo, pois era largo e perfeito para o seu corpo mutilado.
         - É, sim... – Eve hesitou. – Não me leve a mal, não sei se são seus amigos, mas me parecem Mafiosos. Bem, pelo menos o travesti parece.
         Verginia riu. Não tinha ideia do que a esperava do lado de fora, mas já ansiava.
         Mas não era nada do que ela pensava. Ao abrir a porta, seu queixo caiu e seus olhos arregalaram.
         - Quem são vocês? – ela achou um fio de voz, conseguindo perguntar.
         - Marylin Monroe e Capitão América – o Capitão disse como se fosse óbvio.
         - Tá, primeiro que nenhum dos dois usa óculos – ela disse com desdém. – E você, “querida” – referiu-se a loira – , não tem um corpo muito bonito.
         A loira se fez de ofendida.
         - Olha aqui, meu docinho – a loira começou, mas parecia que era um homem forçando a voz para
afeminar – , fale direitinho comigo. Sou anos mais velhos que você, e posso muito bem te assombrar à noite, amorzinho.
         - Eu sei que é você, Niall.
         - Ah, sua ingrata – a loira, que era sim Niall, endireitou a voz e abaixou os óculos para a ponte do nariz.
         - Então? – Verginia sorriu.
         - Permita-me apresentar-me,   bela moça   –   o amigo de Niall intrometeu-se num tom de voz doce,
aproximando-se de Verginia e pegando-lhe a mão, depositando um beijo nas costas.
         Verginia franziu o cenho.
         - Que é? – Niall desdenhou. – Ele também não é desse tempo.
         - Verginia – Eve apareceu atrás da garota na porta, chamando-lhe – eu...
         O amigo de Niall a interrompeu.
         - È la ragazza a qual procuramos – ele gritou, apontando para Eve, com um acento italiano.
         - Sou quem? – Eve perguntou, confusa.
         - É ela! – Niall começou a gritar também com acento italiano. – Juventus, pegue-a!
         O rapaz ao lado de Niall atravessou a porta, passando ao lado de Verginia, que continuava confusa, e agarrou a cintura de Eve, que arregalou os olhos e começou a gritar histérica quando ele a pôs em seu ombro, carregando-a para fora da casa.
         Mas Verginia o barrou na porta.
         - Um momento! Niall, que tipo de brincadeira estão fazendo.
         - Não sou Niall, sou Natanael. Un mafioso de la Itália – ele disse teatralmente.
         - OK, parem de palhaçada aqui. Coloque ela no chão, seu doido. Vai! Coloca ela no chão, agora!
         - OK, OK   –   o garoto o qual carregava Eve disse em seu tom de voz normal e pôs a garota ao chão,
dando-a a chance de sair correndo dali.
         - O que deu em vocês? – Verginia perguntou, cética.
         - Ouvimos aquela garota dizer que podíamos ser Mafiosos.
         - E me chamou de travesti – Niall completou, ofendido.
         Verginia riu.
         - OK. E quem é você? – Verginia perguntou ao outro.
         - Oh, é verdade.
         O garoto retirou os óculos da frente de seus olhos, dando visão a belos pares de íris castanhas.
         Verginia franziu o cenho e cruzou os braços, parecendo descrente e duvidosa.
         - V, esse é o Justin – Niall anunciou.
         Verginia franziu os olhos e aproximou-se do garoto – que poderia mesmo ser o tal Justin – e bagunçou o cabelo dele, deixando-o cético.
         - Ahm, acho que agora sim você é o Justin. – Verginia sorriu.
         Justin retribuiu o sorriso.
- Ahhhhh, Justin Bieber!
Os três jovens encararam o jardim à frente e encontraram uma loira estupefata também os encarando, um em especial.
Seus olhos estavam tão arregalados, quase poderiam pular de seu crânio.
- É uma delas? – Justin perguntou a Niall.
- É a mais louca delas – Niall disse.
Justin assentiu.
- Oi.
Justin aproximou-se da loira, que continuava ereta e incrédula. Ele a puxou para um abraço, acompanhado por um beijo na bochecha.
Ela, bem, continuou parada, mas sorrir foi algo que não conseguiu deixar de fazer e, claro, retribuir ao abraço.



A  D



         - Ray! – Louis gritou pela amiga enquanto encarava o interior do refrigerador. – Ray!
         - Que é, doença? – a garota apareceu também gritante.
         - Quero mais docinho – Louis disse manhoso.
         - Quê? Que docinho?
         - Aquele redondo que você fez.
         - Brigadeiro?
         - Eu prefiro chamar de docinho mesmo.
         Rachel bufou.
         - Não tem mais.
         - Mas eu quero maaaiis.
         - Compra   –   Rachel simplesmente disse e deu as costas, mas as palavras de Louis a fez ficar rígida,
irritada.
         - Mas por aqui eu acho que não vende.
         - Vá a uma doceria e explique como faz... ou faça você mesmo!
         - Mas eu não sei fazer! – ele insistiu.
         - Caralho! Vê na internet, imbecil!
         Após extravasar, Rachel deixou a cozinha.


Bem, primeiramente, desculpem-me pela demora e, principalmente, pelo capítulo horrível.
Mas então? O que acharam da história da Carly?
E - me imaginem com cara de tédio - a aparição do Justin... ¬¬
Mas não me levem a mal.......
E me desculpem pela cena Hot que ainda não chegou, mas é que eu não posso simplesmente fazer com que, sei lá, o Zayn, ou o Harry, apareça na casa de Rana, ou Verginia, e transem com ela. Eu quero fazer um mini-hot (isso mesmo!) com a Ray ( \0/ ) e o Lou, mas vocês têm de ser pacientes.
Esses dias eu estive pensando em apagar, mas eu acabei desistindo. Eu ia mesmo, mas estava longe da internet, então....

E eu quero criar outra, mas apenas com um dos boys. Ou dois, porque eu quero criar tipo: um deles é gay, e gosta de um garoto aí, então uma garota tenta fazer ele ser hétero, e tal. É isso.

Mas acho que vou fazer no Animespirit. Seu eu fizer lá, vocês leem? Sabe, eu amo tanto vocês - suborno - , não quero ficar longe de vocês nunca - caô.

Mas é isso. Obrigada por ler - se alguém ler.

(já viram? eu amei!!)

Comunicativo: vou mudar o endereço do Blog para ourkryptonites.blogspot.com.br no dia 30 de março.